(533) – DOIS MINISTÉRIOS – VI

DOIS   MINISTÉRIOS   6

1.      O ministério do Velho Testamento, isto é, o ministério de Jeová, era o ministério da poligamia, no qual um homem podia casar com quantas mulheres quisesse. Jeová incentivava a poligamia, pois matou Saul e deu as mulheres de Saul para Davi (II Sm.12:7-8). Mais tarde Jeová entregou as mulheres de Davi a Absalão, seu filho (II Sm.12:11-12; 16:21-23). Fica também provado que Jeová prostituía as mulheres casadas, e apoiava o incesto.

O ministério do Novo Testamento, isto é, o ministério de Cristo, é o ministério da monogamia, isto é, o homem só podia casar uma vez. Jesus só permitia o divórcio, quando a jovem vinha prostituída da casa do pai, e não era qualificada para educar filhos (Mt.19:3-9). Para Jesus o laço conjugal permanecia, apesar do divórcio; o matrimônio é indissolúvel e permanece depois da morte (Ef.5:22-30). Vejamos a doutrina de Paulo (I Tm.3:1-2, 12). O presbítero e o diácono só podiam casar uma vez.

No Velho Testamento era festa de mulheres. Gideão tinha muitas mulheres (Jz.8:30). Jeremias, o profeta, em cada cidade que ia tomava novas mulheres (Jr.16:2-3). Davi, quando entendeu que Jeová o confirmara rei sobre Israel, tomou mais concubinas e mulheres de Jerusalém (II Sm.5:12-13). Davi tinha oito mulheres (I Cr.3:1-5). Mais as dez que eram de Saul (II Sm.12:7-8; 20:3). Seriam dezoito mulheres, mas em Jerusalém Davi tomou mais concubinas e mulheres. Salomão quebrou todos os recordes, pois teve mil mulheres (I Rs.11:1-3). Roboão, filho de Salomão, teve setenta e oito mulheres(II Cr.11:21). Onde um homem tem muitas mulheres não há família. Paulo declara que o homem é cabeça, e a mulher é o corpo em Ef.5:22-23 e I Co.11:3. Nós não lemos nas escrituras que a cabeça tem diversos corpos, mas um só corpo, e a cabeça salva o corpo, isto é, a mulher. E no reino de Deus não entra corpo sem cabeça, ou cabeça sem corpo, pois Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo é Pai de família, e que no céu, para onde vão os cristãos, há famílias (Ef.3:14-15).

2.     Jeová ordenou o juramento em seu nome (Dt.6:13). O israelita que jurasse falso em nome de Jeová estava profanando o nome de Jeová (Lv.19:12; Dt.10:20). O juramento para Jeová era tão importante, que ao anunciar que vai criar novos céus e nova terra, declara que vai haver juramento em nome de Jeová. Diz o profeta Isaías: “Aquele que se bendisser na terra, será bendito do deus da verdade, e aquele que jurar na terra, jurará pelo deus da verdade; porque já estão esquecidas as angústias passadas, e estão encobertas diante dos meus olhos. Porque, eis que eu crio céus novos e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais delas se recordarão” (Is.65:16-17). Isto fazia parte do ministério do Velho Testamento. Jesus Cristo invalidou essa ordenança, dizendo: “Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis: nem pelo céu porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande rei; nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna” (Mt.5:34-37).

Se Jeová realmente fosse Deus, o juramento não seria de procedência maligna, pois era ordenança de Deus; mas como foi ordenança de Jeová, e Jesus declara que o juramento é de procedência maligna, Jeová é maligno, enquanto que o ministério de Cristo é benigno.

 

Autoria: Pastor Olavo Silveira Pereira

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